Câmbio
A cotação aqui é a PTAX de fechamento do Banco Central — a taxa de referência do câmbio no Brasil, calculada com as cotações que os próprios bancos informam. É um número oficial, com data; não é necessariamente o preço que você paga ao comprar moeda.
Dólar americano
R$ 5,2236
venda · compra R$ 5,2230
Banco Central do Brasil · PTAX de fechamento · 14/08/2026
Euro
R$ 6,0500
venda · compra R$ 6,0482
Banco Central do Brasil · PTAX de fechamento · 14/08/2026
Libra esterlina
R$ 7,0811
venda · compra R$ 7,0787
Banco Central do Brasil · PTAX de fechamento · 14/08/2026
Entenda
“O dólar” no jornal, o dólar da sua viagem e o dólar de quem importa costumam ser números diferentes. Cada um serve a um uso e é calculado de um jeito.
“Comercial” é o nome usual para as operações de câmbio que não são de turismo — exportação, importação, investimentos e transferências financeiras. É o dólar “de mercado”, que varia ao longo do dia; a maioria das notícias sobre “o dólar” se refere a ele.
Um nome de mercado para as taxas de câmbio de viagem — compra de moeda em espécie, cartões pré-pagos e usos semelhantes. Costuma ser mais alta que a comercial, por embutir os custos de operar moeda no varejo; sobre a operação também costuma incidir IOF, com alíquota que varia conforme o caso.
A taxa de referência calculada pelo Banco Central a partir de quatro consultas diárias aos bancos, descartando os valores extremos. O boletim de fechamento consolida o dia e é o mais usado como parâmetro de contratos, derivativos e conversões. Não é uma taxa que se compra — é referência. É a que o Lume mostra aqui.
Para calcular os tributos, o valor da mercadoria é convertido por uma Taxa de Conversão de Câmbio publicada no Siscomex, baseada na cotação de venda de fechamento do dia útil anterior. Essa taxa fiscal é distinta do câmbio que o importador de fato contrata na operação.
A linha do tempo
Contada de um jeito tradicional e simplificado, a história do dinheiro é a de uma tecnologia que muda de forma para facilitar a troca de valor entre pessoas — reduzindo, mas nunca eliminando, a necessidade de confiança. Formas de dinheiro conviveram e surgiram em ordens diferentes conforme a época e a sociedade.
A troca direta de mercadorias, sem moeda. Funcionava melhor quando os dois lados queriam o que o outro tinha — a chamada dupla coincidência de desejos, uma limitação clássica desse sistema.
Sal, gado, conchas, cacau: bens amplamente aceitos passaram a servir de meio de troca comum e de medida de valor, sem depender do desejo do momento.
Peças padronizadas cunhadas em metal. Em geral o valor estava no próprio metal — ouro e prata eram raros, duráveis e divisíveis —, embora também existissem moedas que valiam mais que o metal que continham.
Primeiro como certificados que davam direito a um metal guardado; depois, notas emitidas por bancos e pelo Estado. O papel valia pelo que representava.
O dinheiro deixou de ser lastreado em metal e passou a valer por uma combinação de aceitação, lei, política monetária e confiança nas instituições. É o modelo do dinheiro de hoje.
Conteúdo educativo, sem recomendação. A PTAX é a taxa de referência oficial do Banco Central; as taxas efetivamente praticadas por bancos e casas de câmbio podem diferir.
A moeda atual do Brasil, que encerrou décadas de inflação muito alta. É a moeda de referência da máquina do tempo do dinheiro do Lume.
Pagamento instantâneo e digital, lançado pelo Banco Central em novembro de 2020, funcionando 24 horas. Para pessoas físicas costuma ser gratuito na maioria das situações — uma das formas mais recentes de uma tecnologia antiga.